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	<title>Arquivos Bancos - biO3</title>
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		<title>ONU e 16 bancos elaboram primeiro guia sobre mudanças climáticas para o setor financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte TI]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 May 2018 13:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Contra a Mudança Global do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria, Inovação e Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezesseis bancos dos quatro continentes, entre eles os brasileiros Itaú Unibanco e Bradesco, uniram-se à Iniciativa Financeira da ONU Meio Ambiente na elaboração de uma metodologia desenvolvida para aumentar o entendimento das instituições financeiras sobre o impacto das mudanças climáticas e da ação pelo clima em seus negócios. Esse entendimento é fundamental para permitir que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezesseis bancos dos quatro continentes, entre eles os brasileiros Itaú Unibanco e Bradesco, uniram-se à Iniciativa Financeira da ONU Meio Ambiente na elaboração de uma metodologia desenvolvida para aumentar o entendimento das instituições financeiras sobre o impacto das mudanças climáticas e da ação pelo clima em seus negócios.</p>
<p>Esse entendimento é fundamental para permitir que os bancos sejam mais transparentes sobre sua exposição aos riscos e oportunidades relacionados ao clima, em linha com a Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD, na sigla em inglês).</p>
<p>Também ajudará nas estratégias dos bancos para se beneficiar da transição para uma economia de baixo carbono e em seu engajamento com clientes nesse sentido. Segundo a ONU Meio Ambiente, esse ponto é essencial uma vez que os riscos e oportunidades relacionados ao clima surgem no setor financeiro principalmente nos serviços para clientes.</p>
<p>A metodologia e os materiais de apoio são o primeiro produto de um processo de colaboração promovido nos últimos dez meses. A iniciativa reuniu diversas áreas das instituições financeiras, incluindo risco de crédito, testes de estresse, sustentabilidade e desenvolvimento de negócios, com cientistas e especialistas em risco e gestão de investimentos.</p>
<h5><strong>Bancos engajados</strong></h5>
<p>Além de Itaú Unibanco e Bradesco, os bancos que estão liderando o trabalho e adotando a metodologia são ANZ, Barclays, BBVA, BNP Paribas, Citi, DNB, National Australia Bank, Rabobank, Royal Bank of Canada, Santander, Société Générale, Standard Chartered, TD Bank Group e UBS.</p>
<p>Eles são orientados pelas consultorias Oliver Wyman, Mercer e Acclimatise, e apoiados por cientistas do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) e do Instituto Potsdam de Pesquisas sobre o Impacto Climático (PIK).</p>
<h5><strong>Desafios ambientais</strong></h5>
<p>“Muitos desafios ambientais que o mundo enfrenta hoje, especialmente as mudanças climáticas, podem ser atribuídos a uma causa fundamental: o pensamento de curto prazo. Os mercados financeiros podem se tornar um catalisador da ação para a sustentabilidade, mas, para isso, precisam se orientar mais para o longo prazo”, disse Erik Solheim, chefe da ONU Meio Ambiente.</p>
<p>“A beleza das diretrizes é encorajar organizações a considerar e divulgar os impactos de longo prazo. Precisamos dessa mudança de perspectiva para atingir o desenvolvimento sustentável. É por isso que, como ONU Meio Ambiente, estamos contentes de estar trabalhando com líderes tão comprometidos da indústria financeira.”</p>
<h5><strong>Riscos e oportunidades</strong></h5>
<p>A metodologia fornece a primeira orientação publicamente disponível projetada especificamente para os bancos realizarem avaliações prospectivas de riscos e oportunidades relacionadas ao clima, conforme previsto pela TCFD. Mais especificamente, a metodologia ajuda os bancos a aplicarem os mais avançados cenários globais de mudanças climáticas disponíveis hoje — como aqueles desenvolvidos por PIK, IIASA e Agência Internacional de Energia (AIE) — para avaliar riscos e oportunidades que a transição econômica de baixo carbono pode apresentar às suas carteiras de empréstimos.</p>
<p>“Quando publicamos as nossas recomendações menos de um ano atrás, fomos deliberados em ver os bancos e outras instituições financeiras não apenas como consumidores de informações relacionadas ao clima, mas como preparadores e emissores de tais informações”, declarou Christian Thimann, copresidente da Iniciativa Financeira da ONU Meio Ambiente, vice-presidente da TCFD e executivo-sênior da seguradora AXA.</p>
<h5><strong>Papel fundamental</strong></h5>
<p>“Fizemos isso para enfatizar o papel fundamental que as instituições financeiras terão que desempenhar tanto na salvaguarda da estabilidade financeira quanto no financiamento da descarbonização econômica”, completou.</p>
<p>“Isso é fácil de entender. A parte difícil é encontrar formas eficazes, mas práticas, de as instituições financeiras tomarem tais medidas, realizarem as avaliações necessárias e as divulgarem de forma significativa. Sou grato pela contribuição que este grupo está fazendo hoje para esse fim.”</p>
<p>A metodologia foi elaborada a partir dos conhecimentos, procedimentos e modelos de avaliação de risco já utilizados pelos bancos; e tem como objetivo permitir avaliações informadas de como as exposições ao risco — e a novas oportunidades potenciais — podem se desenvolver no futuro, sob vários cenários de mitigação climática.</p>
<p>A iniciativa também permite às instituições examinar os riscos e oportunidades em uma série de lugares e setores, e fornece visões de longo prazo que vão além do horizonte de testes de estresse de dois ou três anos.</p>
<h5><strong>Metodologia inovadora</strong></h5>
<p>Segundo a ONU Meio Ambiente, o progresso feito por meio da publicação dessas diretrizes é fundamental. “Através deste esforço altamente colaborativo de cientistas, profissionais de risco e especialistas em sustentabilidade, estabelecemos uma metodologia inovadora que servirá para sustentar a tomada de decisões e a alocação de recursos mais conscientes dos riscos climáticos”, disse John Colas, sócio e vice-presidente da consultoria Oliver Wyman.</p>
<p>“Esperamos que esta metodologia seja ainda mais fortalecida, à medida que as práticas evoluírem e surgirem dados novos e mais granulares de profissionais da indústria, corporações, formuladores de políticas e cientistas do clima.”</p>
<h5><strong>Melhores práticas</strong></h5>
<p>Trabalho adicional ainda é necessário entre os setores e áreas de especialização para desenvolver melhores práticas. A maioria dos cenários publicamente disponíveis não se destina à avaliação de riscos financeiros. Juntas, a comunidade científica e as instituições financeiras poderiam melhorar a granularidade dos modelos e avançar nas variáveis ​​de risco financeiro geradas.</p>
<p>Também é importante o engajamento dos bancos e dos mutuários, de modo que as informações aprimoradas no nível do mutuário se tornem disponíveis. Assim como o desenvolvimento de testes de estresse macroeconômico em instituições financeiras, as avaliações e projeções do clima continuarão melhorando ao longo do tempo.</p>
<p>A metodologia estará disponível no site <a href="http://www.unepfi.org/tcfd-for-banks" target="_blank" rel="noopener">www.unepfi.org/tcfd-for-banks</a>.</p>
<p>Seminários online serão realizados às 5h e 11h (horário de Brasília) em 15 de maio para os interessados em saber mais sobre a nova metodologia.</p>
<p>Entre os palestrantes, estão especialistas em gestão de risco e investimentos da consultoria Oliver Wyman, cientistas especializados em mudanças climáticas do PIK e do IIASA, que forneceram os cenários-base para as metodologias, e representantes dos bancos participantes.</p>
<p>Para se registrar no webminar, é necessário enviar e-mail para Peter Cripps no endereço <a href="http://&#101;ve&#110;ts&#64;&#101;&#110;vi&#114;onm&#101;&#110;&#116;al&#45;&#102;i&#110;a&#110;&#99;&#101;&#46;&#99;om/" target="_blank" rel="noopener">&#101;v&#101;nt&#115;&#64;&#101;nvi&#114;on&#109;&#101;n&#116;a&#108;-&#102;in&#97;n&#99;&#101;.c&#111;&#109;</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conteúdo original <a href="https://nacoesunidas.org/onu-e-16-bancos-elaboram-primeiro-guia-sobre-mudancas-climaticas-para-o-setor-financeiro/">naçõesunida.org</a>. Saiba mais sobre os <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods9/" target="_blank" rel="noopener">ODS 9,</a> <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods13/">13</a> e <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods17/">17</a>  ou entre em <a href="https://bio3consultoria.com.br/contato/">contato conosco</a> para mais informações.</p>
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