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	<title>Arquivos gestão de resíduos - biO3</title>
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	<description>meio ambiente e sustentabilidade</description>
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	<title>Arquivos gestão de resíduos - biO3</title>
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		<title>Bento Gonçalves transformará resíduo orgânico coletado em energia</title>
		<link>https://bio3consultoria.com.br/residuo-organico-em-energia-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte TI]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 15:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Contra a Mudança Global do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo e Produção Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Limpa e Acessível]]></category>
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		<category><![CDATA[gestão de resíduos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prevista para o primeiro semestre deste ano, a transformação de resíduo orgânico em energia em Bento Gonçalves deve ocorrer no início de 2020. O começo das atividades depende da escolha, por licitação, de uma empresa qualificada para o serviço e de um período para a construção de uma usina de tratamento e eliminação de resíduos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Prevista para o primeiro semestre deste ano, a transformação de resíduo orgânico em energia em Bento Gonçalves deve ocorrer no início de 2020. O começo das atividades depende da escolha, por licitação, de uma empresa qualificada para o serviço e de um período para a construção de uma usina de tratamento e eliminação de resíduos. O trabalho será feito por meio de parceria público-privada (PPP).</p>
<p>A transformação de resíduo orgânico em energia &#8211; amplamente usada em países da Europa e da Ásia &#8211; ainda é pouco difundida na América Latina. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Bento Gonçalves, Silvio Bertolini Pasin, o atraso de um ano no projeto se deve justamente ao pioneirismo, que gerou pedidos de explicações e correções de seis itens do estudo pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Três pontos já foram sanados, e os outros três estão em análise pela corte. &#8220;Estamos pagando os custos por sermos pioneiros&#8221;, comenta. A expectativa é de que a continuação da licitação seja liberada em agosto.</p>
<p>A prefeitura da cidade publicou edital em agosto do ano passado, para que a licitação fosse feita em setembro. Cinco empresas foram habilitadas para o certame, mas, durante o prazo de recursos das concorrentes, o TCE suspendeu a licitação, até que seis itens fossem esclarecidos. Desde então, a gestão municipal trabalha para responder todos os questionamentos. Entre eles está a publicação do edital em veículos nacionais, e não apenas regionais, perguntas sobre a escolha do vencedor não apenas pelo menor preço, mas também pela técnica usada e sobre a adoção de normativas da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para licença prévia. &#8220;Como é um processo novo, com alta tecnologia, suscita dúvidas. É compreensível que o TCE queira entender bem um investimento tão alto&#8221;, comenta Pasin.</p>
<p>O investimento será de quase R$ 500 milhões, todo gasto pela empresa contratada, que prestará o serviço durante 35 anos. Com a energia gerada, Bento Gonçalves será capaz de produzir eletricidade suficiente para abastecer 2 mil casas por dia. O abastecimento, contudo, será limitado aos prédios e serviços municipais, uma vez que as residências são atendidas por concessionária contratada.</p>
<p>Para o futuro, a prefeitura estuda, ainda, possibilidades de parcerias com prestadoras de serviços para o município, a fim de que, em vez de pagar pela prestação, seja feita uma permuta por eletricidade. Também será possível oferecer energia em locais novos, para que a concessionária não precise fazer investimentos em ligações.</p>
<p>Atualmente, cerca de 24% do lixo de Bento Gonçalves passa por coleta seletiva. O restante acaba sendo levado ao aterro de Minas do Leão &#8211; cerca de 110 toneladas por dia. Com a mudança, essa logística de transporte e descarte será eliminada, o que, nos cálculos da prefeitura, pode gerar uma economia de até R$ 8 milhões anuais.</p>
<p>A tecnologia prevista no projeto é a pirólise, um processo de decomposição termoquímica que não envolve oxigênio e, portanto, não gera gases contaminantes. O resíduo orgânico e os outros resíduos coletados serão colocados em uma esteira, na qual haverá retirada mecânica de metais, vidros, papéis e plásticos. Os resíduos orgânicos serão introduzidos em um tambor, que será, então, aquecido, e o resultado final &#8211; o chamado gás de síntese &#8211; alimentará geradores conectados à rede elétrica municipal. Haverá, também, um resíduo de biomassa carbonizada, chamado biochar, que passará por testes para determinar seu possível uso como fertilizante. O mecanismo não demanda grandes espaços, não gera cheiro ruim e, por não ficar parado, não causa risco de infestação por ratos, baratas e moscas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas informações citadas podem ser visitadas no sítio original:</p>
<p>JORNAL DO COMÉRCIO, &#8220;Bento Gonçalves transformará lixo em energia a partir de 2020&#8221;, Julho/19. Link: <a href="https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/geral/2019/07/695520-bento-goncalves-transformara-lixo-em-energia-a-partir-de-2020.html">www.jornaldocomercio.com.</a></p>
<p>Nós podemos ajudar nessa transição. Para parcerias e meios de implementação, <a href="https://bio3consultoria.com.br/contato/">entre em contato conosco.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil perde R$ 3 bilhões ao ano por deixar de reciclar resíduos</title>
		<link>https://bio3consultoria.com.br/brasil-perde-por-nao-reciclar-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte TI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 15:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ação Contra a Mudança Global do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades e Comunidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo e Produção Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de resíduos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estagnação das políticas públicas no setor dos resíduos sólidos provocou o aumento da quantidade de lixo enviado para locais inadequados em 2017. A volta dos lixões não apenas gera mais impactos ao ambiente e à saúde da população, como faz com que o Brasil, ao também não incrementar a cadeia da reciclagem, desperdice oportunidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A estagnação das políticas públicas no setor dos resíduos sólidos provocou o aumento da quantidade de lixo enviado para locais inadequados em 2017. A volta dos lixões não apenas gera mais impactos ao ambiente e à saúde da população, como faz com que o Brasil, ao também não incrementar a cadeia da reciclagem, desperdice oportunidades econômicas com o lixo.</p>
<p>Cálculos da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) apontam que nos últimos cinco anos foram enviados para lixões 45 milhões de toneladas de materiais recicláveis, que poderiam movimentar mais de R$ 3 bilhões por ano.</p>
<p>“Os índices de reciclagem estão estagnados. É uma área que está patinando, apesar de ter um potencial enorme de ganhos e de geração de emprego, desde que a política nacional de resíduos sólidos seja implementada”, diz Carlos Silva Filho, diretor presidente da Abrelpe.</p>
<p>Entre 2016 e 2017, a quantidade de resíduos enviada para lixões aumentou 3%, segundo o mais recente <a href="http://abrelpe.org.br/panorama/">Panorama dos Resíduos Sólidos</a> do Brasil, divulgado em agosto pela entidade. O documento anual, publicado há 15 anos, mostra que 40,9% de todo o lixo gerado no Brasil não tem destinação correta.</p>
<h5><strong>Política Nacional dos Resíduos Sólidos</strong></h5>
<p>“A questão dos resíduos sólidos regrediu no Brasil”, diz Silva Filho. Para ele, a não implementação total da Política Nacional dos Resíduos Sólidos, aprovada há oito anos, após tramitar por duas décadas no Congresso Nacional, pode ser explicada por alguns fatores.</p>
<p>“De um lado, as esferas públicas não colocam as políticas sobre resíduos sólidos em suas agendas prioritárias &#8211; pelo contrário, elas passam ao largo disso. De outro, também existe uma falta de pressão por parte dos cidadãos. Enquanto o setor privado meio que espera o que vai ocorrer”, afirma Silva Filho.</p>
<h5><strong>Discurso e prática</strong></h5>
<p>Para ele, uma pesquisa do Ibope ilustra a situação. Dados coletados em 2018 com 1.816 pessoas em todas as regiões revelam que 98% enxergam a reciclagem como algo importante. Por outro lado, 75% responderam que não separam seus resíduos no dia a dia. “Ainda existe uma diferença grande entre o discurso sobre as lixeiras coloridas e realmente pôr a mão na massa.”</p>
<p>O paralelo com a crise hídrica de 2014 e 2015, que afetou o Sudeste, mostra como a questão do lixo ainda não impactou o hábito das pessoas. A geração de lixo por pessoa no Brasil cresceu 0,48% de 2016 para 2017. “Na crise hídrica, as pessoas baixaram seu consumo de água, que continuou baixo após o fim da estiagem. Mas com o lixo não ocorre isso. A geração per capita chegou a cair em anos anteriores por causa da crise econômica. Mas voltou a crescer.”</p>
<h5><strong>Dívida <span style="color: #ffffff;">Brasil</span></strong></h5>
<p>Pelos cálculos do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), feito a partir da dados e exemplos internacionais, o Brasil acumulou uma espécie de dívida, no valor de R$ 730 bilhões. “Essa é a quantia que deve ser gasta para remediar a poluição gerada pelos lixões na última década”, afirma Marcio Matheus, presidente do Selurb. A conta considera apenas os custos para remoção do lixo enviado para locais inadequados, a descontaminação desse solo e o envio dos resíduos para um aterro sanitário adequado. Danos à saúde, os impactos sociais e econômicos não entraram na conta.</p>
<p>Matheus defende que é preciso que os municípios brasileiros partam para soluções regionalizadas &#8211; como fizeram os Estados Unidos, que construíram 1.400 aterros regionais em 15 anos. E, o mais importante, criem arrecadações específicas para cuidar da questão do lixo.</p>
<p>“A equação econômica não fecha para os municípios. É insustentável. As prefeituras resistem cobrar do poluidor. A logística reversa está atualmente no caixa das prefeituras”, afirma. Para ele, o consumidor, o comércio e a indústria também precisam pagar parte da conta.</p>
<p>De acordo com o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (Islu), 61,6% dos municípios brasileiros não têm fonte de arrecadação para o setor. Mas entre as cidades que têm algum tipo de taxa ou tarifa para coleta e destinação do lixo, 70% dispõem os resíduos sólidos de forma adequada.</p>
<h5><strong>Dados</strong></h5>
<ul>
<li>O custo para remediar a poluição gerada pelos resíduos não destinados corretamente já soma R$ 730 bi em uma década;</li>
<li>3.352 municípios das cinco regiões, não dão destinação correta ao lixo coletado na casa das pessoas;</li>
<li>1.610 cidades usam lixões como destino final de seus resíduos sólidos;</li>
<li>29 milhões de toneladas de resíduos sólidos vão para locais inadequados no País.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conteúdo original <a href="http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2018/posts/brasil-perde-r-3-bilhoes-ao-ano-por-deixar-de?tag=economia-e-politica">ecodesenvolvimento.org.</a> Para saber mais sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável clique no link <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/">ODS</a>. Para parcerias e meios de implementação (<a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods17/">ODS 17)</a> entre em contato conosco <a href="https://bio3consultoria.com.br/contato/">clicando aqui.</a></p>
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		<title>Em dois anos projeto reciclou 260 toneladas de resíduos orgânicos</title>
		<link>https://bio3consultoria.com.br/260-toneladas-de-residuos-organicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte TI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 12:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades e Comunidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo e Produção Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de resíduos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas é assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis – o objetivo 12 entre os 17 que precisarão ser cumpridos até o prazo máximo de 2030 por todos os 193 países da ONU. Para alcançar essa meta, um caminho a ser seguido é a diminuição da geração de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas é assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis – o <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/ods12/" target="_blank" rel="noopener">objetivo 12</a> entre os 17 que precisarão ser cumpridos até o prazo máximo de 2030 por todos os 193 países da ONU. Para alcançar essa meta, um caminho a ser seguido é a diminuição da geração de resíduos por meio da prevenção, reciclagem e reúso.</p>
<p><iframe class="youtube-player" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/q5d9H_tbMT8?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Muitas vezes, a reciclagem é associada a materiais como plástico, papel, metal e vidro. No entanto, o que muitas pessoas ainda desconhecem é que o resíduo orgânico – constituído principalmente de restos de alimentos – também pode ser reciclado e transformado em adubo orgânico por meio de um processo chamado compostagem.</p>
<p>Uma iniciativa de compostagem que vem conquistando moradores da cidade do Rio de Janeiro é o ‘Ciclo Orgânico’, idealizado pelo engenheiro ambiental Lucas Chiabi.</p>
<p>Ao perceber que muitas pessoas, assim como ele, se incomodavam com o resíduo orgânico e buscavam uma solução para dar o destino correto na hora do descarte, Lucas começou a oferecer o serviço de coleta e compostagem desse material.</p>
<p>“Muita gente acha que o orgânico não é reciclável porque a compostagem é pouco difundida e não é tão comum quanto a reciclagem dos outros materiais. Quando a pessoa percebe a quantidade de resíduos que ela gerou, começa a se dar conta de que resíduo era esse e de como ela consome”, conta Lucas ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).</p>
<p>Ele acrescenta que, na cidade do Rio de Janeiro, o orgânico representa pouco mais da metade dos resíduos produzidos.</p>
<p>O cliente do Ciclo recebe um pequeno balde com capacidade de 10 litros e um saco plástico biodegradável – feito de milho e batata – para depositar o resíduo orgânico, que é recolhido semanalmente e transportado de bicicleta para o ponto onde é feita a compostagem.</p>
<p>Atualmente, o processo acontece no Parque do Martelo, no Humaitá, zona sul do Rio de Janeiro. Lucas utiliza o local e, em contrapartida, metade do adubo fica para a associação de moradores que faz a gestão do espaço.</p>
<p>No final do mês, os usuários do Ciclo Orgânico recebem um e-mail informando a quantidade de resíduo que foi descartada, a quantidade de adubo que foi produzida e a quantidade de emissões de CO2 que foram evitadas. Isso acaba gerando uma reflexão sobre o que é consumido e um entendimento de que o resíduo orgânico tem valor e pode ser aproveitado.</p>
<p>O consumo também modifica, porque agora sabendo o que é ‘compostável’ ou não, eu escolho a embalagem. Tudo que eu não reciclo vai para o lixão e a gente começa a tomar consciência disso”, diz Elizah Rodrigues, usuária do serviço de compostagem.</p>
<p>Em apenas dois anos e meio, o projeto – que envolve 650 famílias e 26 estabelecimentos comerciais e escolas – já reciclou 260 toneladas de resíduos orgânicos.</p>
<p>O participante tem o direito a escolher entre receber uma mudinha de tempero ou o composto orgânico. Ou, então, doar sua recompensa para hortas comunitárias na localidade como a do Parque do Martelo. O projeto atende, por enquanto, na zona sul, Barra da Tijuca e Centro do Rio de Janeiro, mas aqueles que não moram nessas áreas podem levar seu balde até um dos postos de coleta.</p>
<p>Acesse o site do <a href="https://cicloorganico.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Ciclo Orgânico clicando aqui</a>, e o <a href="https://pt-br.facebook.com/CicloOrganico/" target="_blank" rel="noopener">Facebook clicando aqui</a>.</p>
<p>Existem outras iniciativas como a do ‘Ciclo Orgânico’ espalhadas pelo Brasil, como a <a href="http://re-ciclo.net/" target="_blank" rel="noopener">Re-ciclo</a>, em Porto Alegre (RS); a <a href="https://brotei.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Brotei</a>, em Florianópolis (SC); e a <a href="http://ecobalde.eco.br/" target="_blank" rel="noopener">Ecobalde</a>, em Campo Grande (MS).</p>
<p>Conteúdo original naçõesunidas.org/<a href="https://nacoesunidas.org/tema/agenda2030/">agenda2030</a>. Saiba mais sobre o <a href="https://nacoesunidas.org/tema/ods12/" target="_blank" rel="noopener">ODS 12</a> ou entre em <a href="https://bio3consultoria.com.br/contato/">contato conosco</a> para mais informações.</p>
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		<title>Gestão Integrada de Resíduos Sólidos</title>
		<link>https://bio3consultoria.com.br/gestao-integrada-de-residuos-solidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suporte TI]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2017 22:29:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo e Produção Sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão integrada de resíduos sólidos deve ter por objetivo a busca por reduzir ao máximo os seus impactos. Os três eixos da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Identificar e classificar os resíduos gerados, conforme normas e legislação vigentes, através de mapeamento em cada etapa do processo produtivo. Acondicionar, armazenar e transportar o resíduo, conforme [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão integrada de resíduos sólidos deve ter por objetivo a busca por reduzir ao máximo os seus impactos.</p>
<h4><strong>Os três eixos da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos</strong></h4>
<ul>
<li><strong>Identificar e classificar</strong> os resíduos gerados, conforme normas e legislação vigentes, através de mapeamento em cada etapa do processo produtivo.</li>
<li><strong>Acondicionar, armazenar e transportar</strong> o resíduo, conforme normas e legislação vigentes, de forma a reduzir riscos ambientais e ocupacionais relacionados.</li>
<li><strong>Orientar e sensibilizar</strong> os envolvidos em cada etapa do processo, promovendo reciclagem, tratamento e, se necessário, dispondo os rejeitos em conformidade com a legislação, a fim de proporcionar mudança comportamental em relação á gestão de resíduos.</li>
</ul>
<h4><strong>O meio ambiente, os recursos e as organizações</strong></h4>
<p>Em toda cadeia de seus processos produtivos, é necessário a utilização de recursos naturais, também chamados de insumos. Não há, pelo menos no panorama atual, a <strong>não geração de resíduos</strong>, ou impactos nulos no meio. Assim, qualquer empresa gera resíduos, e por consequência, impactos negativos ao meio ambiente.</p>
<p>A contaminação é chamada <strong>impacto negativo</strong>, e constitui custos às empresas. A solução? Investimento em melhoria no processo produtivo para evitar produção de resíduos. O que se reflete na gestão de seus riscos, ambientais e sociais.</p>
<p>Alguns fatores são principais impulsionadores de tomada de decisão para as empresas, o estado, a comunidade local, seus fornecedores, e o próprio mercado.</p>
<h4><strong>As respostas das organizações</strong></h4>
<p>Existem duas formas para <strong>redução da geração de resíduos</strong>, a primeira é a instalação de tecnologias ao final do processo, a segunda, e a mais eficiente, é realização de atividades de prevenção de geração de resíduos ao longo de todo o processo. E os benefícios obtidos com a redução de resíduos gerados são inúmeros.</p>
<ul>
<li><strong>Menores gastos</strong> com matéria prima, energia e disposição de resíduos, com menor dependência de instalações de tratamento e destinação final de resíduos;</li>
<li><strong>Eliminação</strong> <strong>de custos</strong> futuros decorrentes de processos de despoluição de resíduos enterrados ou de contaminação causada por eles;</li>
<li><strong>Menores complicações legais</strong> (que representam ganhos obtidos pelo não pagamento de multas ambientais;</li>
<li><strong>Menores custos</strong> operacionais e de manutenção;</li>
<li><strong>Menores riscos</strong> atuais e futuros, a funcionários, público e meio ambiente.</li>
</ul>
<p>E você <strong>gestor </strong>que tem por objetivo a implantação da gestão de resíduos, <strong><a href="https://bio3consultoria.com.br/contato/">nos contate,</a> agende uma reunião.</strong></p>
<p>Referências: <a href="http://www.mma.gov.br/">www.mma.gov.br</a></p>
<p>O post <a href="https://bio3consultoria.com.br/gestao-integrada-de-residuos-solidos/">Gestão Integrada de Resíduos Sólidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://bio3consultoria.com.br">biO3</a>.</p>
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